Pessoal,
saiu a lista dos vencedores do Webby Awards, que, grosso modo, é o Oscar da Internet. Os sites, softwares e widgets (eta linguagem!) são escolhidos pela Academia Internacional de Ciências e Artes Digitais. O site deles e da premiação está em inglês, mas vale uma passada para ver o design das páginas e a forma com a qual a informação está organizada.
Entre os vencedores destaco o site do filme Coraline, que ganhou como melhor animação. O site oferece vários recursos e é super divertido de “futucar”… os joguinhos são bem infantis, mas confesso que os efeitos de animação realmente impressionam!

Como melhor site de ativismo, ganhou o “Protect an acre” (Proteja um acre). O site é bem legal, navega super bem e até conta a presença com ele, sim, ele! O queridíssimo (e charmosão) Indiana Jones (hahaha), mais conhecido como Han Solo (rs…) e, por vezes chamado de Harrison Ford.
O vencedor de melhor site de arte foi o do artista Keith Tyson. O site é sensacional… músicas super bem escolhidas, efeitos de animação muito bons e o design das páginas é super bonito. Porém, ao navegar cerca de dois minutos no site, eu já estava completamente tonta pelo acúmulo de informações. Acredito que essa é uma página que casa perfeito com a geração virtual – vários estímulos, navegação com múltiplas abas, sons de diferentes lugares coexistindo…etc.

Para os comunicadores de plantão, os seguintes veículos foram premiados:
O New York Times (NY Times) ganhou como melhor página informativa.
The Huffington Post venceu como melhor blog político pela escolha do público e o Democracy in America (Democracia na América, ou ‘nos EUA’) foi premiado pela academia.

Já nos blogs pessoais, ganhou o 1000 awesome things (Mil coisas incríveis) – um blog autoral super bem humorado e simpático. Na “coisa” 768, ele recomenda “se esconder (proteger) em baixo do guarda-chuva de outra pessoa” … ou na “coisa” 784, ele tira bastante sarro dos “nomes de bebês de celebridades”. Como exemplo, o nome da filha da atriz Gwyneth Paltrow e do Chris Martin (do Coldplay) que se chama Apple – TRADUZINDO: MAÇÃ!!!! Como assim?!?! O autor começou na “coisa” de número 1000 e posta em ordem decrescente (a última, número 767 foi postada hoje pela manhã). Vou continuar minha investigação e de tempos em tempos, trarei para cá as mais engraçadas!
Como site do terceiro setor, ongs e institutos sem fim lucrativos, ganhou o da rede International Women Media Foundation (Fundação Internacional de Mulheres na Mídia ), que visa promover a qualidade nas relações de trabalho e o acesso das mulheres no ambiente/ espaço da mídia. Mais do que pelo site, ELAS venceram pela proposta de trabalho, que muito tem contribuído para discussões das relações de gêneros nos ambientes de jornalismo e produção de informação. Liberdade de imprensa é a palavra-chave da turma.
Na categoria de redes sociais (do tipo Orkut, Facebook, etc), venceu o DIGG. Uma ferramenta aparentemente bem bacana de compartilhamento de informações. Vou abrir uma conta, testar e ver se vale a pena a recomendação.

“Entonces, tchurma”, fica o recado e a sugestão de que, mesmo que os sites estejam em inglês, vale a pena a visita. Como sempre insisto nos nossos encontros, referências são fundamentais para qualquer comunicador. Caiu na sua mão, investigue, leia, procure – até se estiver em coreano, romeno ou ewe!
No mais, um abraço e até breve,
Julia