Galera,
é grátis, divertido e pode ser acompanhado pela internet.
Abçs!
Julia

Estão abertas as inscrições para a mostra competitiva do Festival Prix Jeunesse Iberoamericano 2009 – o Festival de Produções Audiovisuais para Crianças e Adolescentes.
Pela primeira vez no Brasil, o Prix Jeunesse Iberoamericano (PJI) celebra a cultura latinoamericana, reunindo novas produções audiovisuais com histórias e personagens para o público infanto-juvenil.
Podem inscrever-se e participar da mostra competitiva quaisquer programas dirigidos ao público infanto-juvenil realizados por emissoras de televisão, produtoras independentes e outras instituições da América ibera e península. Além disso, os participantes terão a possibilidade de inscreverem-se como votantes em algumas das categorias de premiação.
Os interessados devem se inscrever até o dia 31 de agosto.
Mais informações e inscrições no site: www.prixjeunesseiberoamericano.com.br

Pessoal,
interrompo os relatos de férias para divulgar uma dica bem bacana!
A Livraria da Vila abriu um concurso para ilustração! Ele é direcionado para quem ainda não publicou um livro (com ISBN) e deve seguir o tema de “Contos de Fadas”.
Além de premiação, o vencedor pode ter seu desenho publicado em um livro de histórias do Ilan Brennan, famoso contador de histórias que fez carreira lá na Livraria da Vila.
Para quem quiser mais infos, acesse o link!

Abs,
e até breve!
Julia
Férias! Chegou o momento de relaxarmos e aproveitarmos os mês de Julho.
Como continuação das atividades do Café com Prosa, os jovens do Trilhas Urbanas se encontrarão com os da Agência Comunitária de Notícias e do Repórter Aprendiz para participar de diferentes atividades de férias. Da mesma maneira, nós, educadores de diferentes núcleos coordenaremos as atividades juntos!
Atividades estas que combinarão brincadeiras, jogos e claro, muitos exercícios plásticos, de expressão corporal e de comunicação.
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Como férias é sinônimo de passeio e diversão, nós iremos “viajar” pela cidade de São Paulo e até conquistar o interior com uma incrível visita à cidade de Paranapiacaba!
HOJE! É dia de relaxar na praça pôr-do-sol, na Vila Madalena e aproveitar a folga que São Pedro tem nos dado…
Lá na praça e amanhã, no Zoológico de São Paulo, faremos atividades descobrindo os animais, seus hábitos, comportamentos e claro, personalidades…
Para ir instigando o pessoal, posto aqui alguns vídeos da minha infância e da infância dos outros educadores – poemas musicados, que, ao meu ver, são imortais e de grande sabedoria!
Poemas que o tempo e a modernidade, espero eu, não venham a destruir ou deixar no esquecimento.
São escritos voltados ao público infantil, mas que também comunicam aos adultos, tem linguagem rebuscada e conteúdo bem maduro. Afinal, Vinicius de Moraes (autor desses poemas) tratava crianças como crianças – dignas e detentoras de sabedoria, capazes de ouvir, entender e imaginar mundos – crianças como verdadeiramente são, sem a pressa e a massificação e uniformidade do mundo adulto.
Por isso, eis alguns vídeos – os poemas musicados – e a lembrança de uma infância, que espero eu, não se acabe nunca.
Arca de Noé
Abertura do programa “Vinicus para criança”, de 1980, em que a canção (poema) tema é “Arca de Noé”, abertura do livro e dos discos.
A corujinha (Elis Regina)
O pato (Toquinho)
A pulga (Bebel Gilberto)
As abelhas (Moraes Moreira)
E, algumas outras, que não são de “animais”, mas também compõem a coletânea.
O vento (Boca livre)
Aula de piano
Vale “fuçar” no youtube e procurar, ouvir, ver os diferentes poemas, musicados por grandes compositores e intérpretes da música brasileira.
Sugiro o brilhante “Peru”, com a Elba Ramalho, que um dia, de repente, acordou pensando que era um pavão… pobrezinho! e até o tico-tico de tanto rir, morreu de congestão!
Abs e até breve, com mais informações sobre as atividades de férias do Café com Prosa!
Julia
Pessoal,
é isso aí… as férias se aproximam, os projetos encerram o semestre e o país continua a maior confusão!
Agora, pós-morte de Michael “rei” Jackson, tentativa de golpe ou não-tentativa (?) em Honduras e o imortal (sim, ele é) Sarney sapateando nas nossas cabeças, passou com menor relevância a decisão da necessidade do diploma para o exercício da profissão de jornalista.
Na quarta-feira, dia 17, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que jornalistas não precisam de diploma.
Uma das justificativas foi a do juiz Carlos Ayres Britto que, segundo o portal Uol, ressaltou “que o jornalismo pode ser exercido pelos que optam por se profissionalizar na carreira ou por aqueles que apenas têm ‘intimidade com a palavra’ ou ‘olho clínico’.”

A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e o Sindicato se manifestaram contra a decisão. O portal uol publicou a seguinte declaração de Sérgio Murillo, presidente da primeira entidade citada :
“Aparentemente, não precisa de nenhum critério. Inclusive pessoas sem formação escolar, analfabetas, podem obter o registro de jornalista. Não sei se o STF tomou pé do nível de rebaixamento em que coloca o jornalismo no Brasil neste momento”, criticou Murillo .
Segundo Jonas Valente, representante do coletivo pela democratização da comunicação, Intervozes, eles (como entidade) não possuem “opinião formada sobre o diploma de jornalismo”. Mas, indicam que, ” a decisão do STF não atinge apenas a obrigatoriedade do diploma, mas o conjunto da regulamentação da profissão de jornalista. Isso, de fato, cria uma situação que será melhor debatida e imagino que a Conferência possa ser um dos espaços para debater isso.”
Essa Conferência a qual o Jonas se refere, é a Conferência Nacional da Comunicação que acontecerá entre os dias 1 e 3 de Dezembro. Os debates acontecerão em Brasília e prometem pegar fogo! Além da regulamentação do diploma, serão discutidas as políticas de concessão da Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel), a classificação indicativa e outras centenas de questões – da comunicação comunitária de bairros à regulamentação nacional.
Mas, por enquanto, coloco a votação abaixo e convido a todos os leitores e autores do Café para o debate sobre essa questão! Manifestem-se! Afinal, temos garantida pela Constituição a liberdade de fala e expressão, não?!
Abçs,
Julia